É incrível como a visão de um “jovem urbano” muda completamente ao se deparar com outra sociedade. Na ultima visita realizada a casa da minha mãe, recebi o convite de conhecer uma comunidade do interior. O convite tornou-se interessante olhando pela lado jornalístico, pois de certa forma alguma coisa desconhecida eu iria acrescentar para minhas memórias... e não foi diferente!
Algo clássico entre os que vivem na “roça” (terno utilizado pelos modernos) é aquela missa do domingo, homens e mulheres vestem sua melhor roupa para re-encontrar conhecidos e realizar suas preces. Desconsiderando qualquer opinião sobre crença religiosa acompanhei uma missa rural (se assim devo chamar). Foi nesse momento que percebi que nem tudo é modificado com o tempo, histórias ouvidas sobre a infância dos meus progenitores tornaram-se reais. A sociedade parou de evoluir, as meninas não tem a intenção de seduzir os garotos com suas atitudes, aliás isso é bem diferente... ao receberem a visita de um garoto estranho a única reação que podem ter são olhares tímidos e as conversinhas/risos paralelos. A vestimenta é ingênua, nada de acessórios da moda ou cabelos descolados, apenas a modéstia é o que permanece.
A fé é muito mais intensa, as pessoas vão a igreja com a intenção de realmente encontrar o seu deus e, claro, saudar aquele vizinho que não viam a meses. Algo que chamou minha atenção e fez com que refletisse bastante foi ouvir (realmente ouvir) as crianças que estavam ao meu lado cantando cantos de louvor alegremente, sem medo de serem recriminadas e virarem motivo de riso. Nota-se ai como a educação é rígida e como os valores ainda são preservados.
Homens ainda idolatram as mulheres e não as veem como objeto sexual, o respeito ao direcionar um olhar, a educação ao pedir licença, e inclusive a forma de impressionar é diferente da área urbana. A primeira vista isto pode parecer cafona, entretanto pensando sobre a repercussão na formação de futuros lares, deixa alguem sem preconceitos com inveja.
Sem maiores delongas, gostaria de concluir esse meu relato afirmando a admiração que passei a ter pelo povo que não convive com a globalização. E como futuro pai super-protetor, vou admitir que gostaria que meus filhos convivessem com relações assim, pois vejo como uma forma de amenizar as preocupações fraternas que causei e ocasionalmente causo aos familiares.
Algo clássico entre os que vivem na “roça” (terno utilizado pelos modernos) é aquela missa do domingo, homens e mulheres vestem sua melhor roupa para re-encontrar conhecidos e realizar suas preces. Desconsiderando qualquer opinião sobre crença religiosa acompanhei uma missa rural (se assim devo chamar). Foi nesse momento que percebi que nem tudo é modificado com o tempo, histórias ouvidas sobre a infância dos meus progenitores tornaram-se reais. A sociedade parou de evoluir, as meninas não tem a intenção de seduzir os garotos com suas atitudes, aliás isso é bem diferente... ao receberem a visita de um garoto estranho a única reação que podem ter são olhares tímidos e as conversinhas/risos paralelos. A vestimenta é ingênua, nada de acessórios da moda ou cabelos descolados, apenas a modéstia é o que permanece.
A fé é muito mais intensa, as pessoas vão a igreja com a intenção de realmente encontrar o seu deus e, claro, saudar aquele vizinho que não viam a meses. Algo que chamou minha atenção e fez com que refletisse bastante foi ouvir (realmente ouvir) as crianças que estavam ao meu lado cantando cantos de louvor alegremente, sem medo de serem recriminadas e virarem motivo de riso. Nota-se ai como a educação é rígida e como os valores ainda são preservados.
Homens ainda idolatram as mulheres e não as veem como objeto sexual, o respeito ao direcionar um olhar, a educação ao pedir licença, e inclusive a forma de impressionar é diferente da área urbana. A primeira vista isto pode parecer cafona, entretanto pensando sobre a repercussão na formação de futuros lares, deixa alguem sem preconceitos com inveja.
Sem maiores delongas, gostaria de concluir esse meu relato afirmando a admiração que passei a ter pelo povo que não convive com a globalização. E como futuro pai super-protetor, vou admitir que gostaria que meus filhos convivessem com relações assim, pois vejo como uma forma de amenizar as preocupações fraternas que causei e ocasionalmente causo aos familiares.
